Série que faz releitura sobre a Revolução Francesa estreia na Netflix

Imagem: Divulgação/Netflix


A série francesa La Révolution chegou ao catálogo da Netflix ontem (16) com a ideia de fazer uma releitura da Revolução Francesa, misturando fatos com ficção. 

Com oito episódios, a trama mostrará o criador da guilhotina, Joseph Guilhotin, investigando uma série de misteriosos assassinatos e descobrindo um vírus: o Sangue Azul. 

Essa doença rapidamente irá se espalhar pela aristocracia francesa, que os fará matar pessoas mais pobres do país causando uma rebelião




A proposta da série é trazer uma nova teoria do que poderia ter acontecido na Revolução Francesa real, se utilizando de elementos modernos e imaginação. O elenco é composto de atores e atrizes franceses, como Amir El Kacem, Mariou Aussilloux, Coline Beal, Mamadou Doumbia, Lionel Erdogan e outros.

A produção é de Aurélien Molas e cada episódio conta com cerca de 50 minutos. 

Confira o trailer:


  

A revolução


A Revolução Francesa, que ocorreu no ano de 1789, é o evento que, segundo alguns autores, inaugura a chamada Idade Contemporânea.

Trata-se de um período de intensa agitação política e social na França, que teve um impacto duradouro na história do país e, mais amplamente, em todo o continente europeu. 

A monarquia absolutista que tinha governado a nação durante séculos e entrou em colapso em apenas três anos. Após o início da Revolução Francesa, teve fim o Antigo Regime e com ele o feudalismo e os privilégios da Igreja. 


A revolução também foi marcada pela criação da Declaração dos Direitos do Homem, as primeiras ideias sobre o nacionalismo e a democracia na Europa, além do nascimento do sistema métrico. 

A grande violência desencadeada durante o governo do terror, inspiraria outros momentos da história europeia, como foi o caso da Revolução Russa de 1917.

Embora estes sejam os elementos mais destacados após o fim da Revolução Francesa, é possível dizer que a sociedade mal mudou na França pós-revolucionária

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