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Há 50 anos, liderado por Pelé, Santos parava guerra na Nigéria

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 O "Peixe", liderado por Pelé, parou a guerra de Biafra, na Nigéria. A chegada do time do Santos era tão importante que o governador da região, o tenente coronel Samuel Ogdemudia, decretou feriado na parte da tarde. Além disso, ele deixou que a ponte sobre o rio que ligava Benin à Sapele tivesse passagem liberada para todos poderem assistir ao jogo.

 Na excursão do Santos ao continente africano, o time jogou nove partidas: venceu cinco, empatou três e perdeu uma. Eles marcaram 19 gols e os artilheiros foram Pelé, com oito, e Toninho Guerreiro, com cinco.

 De acordo com o site oficial do clube, o ex-goleiro Gilmar disse que esse foi o jogo da famosa "guerra suspensa" para observar o Santos jogar, tanto que assim que o time retornou ao avião de volta ao Congo as hostilidades retomaram na região.

 Naquele momento a Nigéria, país recentemente emancipado, lidava com dificuldades com sua herança colonial, que consistia em um território de extrema diversidade étnica, onde ficava difícil acomodar todas as etnias importantes do país no governo. Aliado a isso, a Nigéria começava a demonstrar sua crônica instabilidade política e econômica, além dos primeiros sinais de corrupção estatal, características de toda sua história independente. Esses fatores se encontraram em 1966, quando ocorre uma guerra civil pelo controle do poder central, e que envolveu dois importantes povos nigerianos: os haussas, habitantes do noroeste e os ibos, a sudoeste.


Fonte: Globo Esporte.

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