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Ragnarok: Netflix irá produzir série sobre mitologia nórdica


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 Você ama mitologia nórdica? Então eu tenho uma notícia boa pra você:

 A nova série original que tem a proposta de trazer a mitologia nórdica para o tempo atual (igual a série Deuses Americanos). A série está sendo desenvolvida por Adam Price, e será ambientada na cidade fictícia de Edda, que apresentará um drama coming of age baseado na mitologia nórdica, todo ambientado em um colégio. A produção será dividia em seis partes, será totalmente norueguesa e ser chamará Ragnarok, sem previsão de estreia.



Fonte: UOL

10 comentários:

  1. Triste ver como pessoas acreditam que uma Religião pode ser tratada com desrespeito e usada como mitologia e fictício.
    Torço por um dia onde todas religiões sejam tratadas como igual e não uma ideia "Mitológica" para os que não a seguem

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    1. Toda mitologia pode ser considerado religiao e vice e versa, inclusive a biblia.

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    2. Odin é mais real que jesus cristo

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    3. Dentro do movimento asastru ou o reconstrutivismo pagao nao existe ofensa com o termo mitologia.
      Acho que eh mais individual a ofensa do que religiosa.
      Otima notícia inclusive!!

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    4. Não fique triste com a verdade dos fatos: religião e mitologia não tem diferença alguma!

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    5. Pse kk eu n me ofendo com isso não, até por todas as religiões antigas são tratadas como mitologia, não só a nossa.

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  2. O mito é a perspectiva com que um povo responde às questões fundamentais da existência. Baseia-se na imaginação religiosa coletiva, pois o povo recorre à sacralidade para responder a essas questões, que de outra maneira não poderiam ser explicadas naquele momento histórico. Como viemos a este mundo? Qual o sentido da morte? Nesse sentido, o mito pode ser considerado como verdade para um determinado povo. Já a ficção é de outra ordem, a ficção pode ser caracterizada como uma imaginação que nem precisa de "provas" para situa-la no campo da imaginação, isso porque é da sua natureza não ter pretensão de verdade. Por exemplo, ficção científica. Nesse caso, uma obra de ficção o leitor já parte do princípio que ela é fruto da imaginação, porque seu autor assim a identifica; já no caso do mito, o leitor poderá ficar na dúvida, pois o autor desaparece (ninguém sabe como surgiu) e a narrativa escrita já é o produto de um modo específico que um povo crê. Exemplo: uma narrativa que conte sobre a criação do mundo por Deus, no mínimo levanta a questão: Deus existe? E daí o paradoxo intransponível: a fé responderá "sim", a razão poderá ficar divida e não entender as situações da existência em face dessa verdade presente no mito. Na ficção não há esse paradoxo, pois ela já se identifica desde o início como simulação.

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  3. hey esa portada es de amon amarth, imbecil

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