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Laser nos mostra toda a amplitude da civilização maia

Resultado de imagem para Laser revela toda a grandeza da civilização maia



  A tecnologia de laser permitiu a descoberta de milhares de estruturas erguidas pelos maias e encobertas pela floresta. Usando a tecnologia Lidar (detecção de luz e medida de distância), uma equipe de pesquisadores já conseguiu escanear uma área de milhares de hectares onde a civilização maia surgiu. Os pesquisadores não descobriram nenhum novo palácio, pirâmide ou grandes templos como o de Kukulcán ou o do Grande Jaguar. Contudo, conseguiram identificar a infinidade de edifícios, estradas, canais ou muralhas mapeados iluminam toda a grandeza dos maias e permitem formar uma ideia de quantos milhões de pessoas viviam na região, como guerreavam ou de sua agricultura intensiva.

Mapeamento a laser identificou mais de 61.480 construções escondidas em meio à floresta



 De acordo com novo estudo arqueológico que foi realizado na Guatemala, a civilização maia, uma das mais proeminentes culturas pré-colombianas do continente americano, experimentou um auge civilizatório com notório e complexo patamar de construção de cidades.



 O mapeamento com a tecnologia a laser conseguiu identificar cerca de 61.480 construções antigas e escondidas no meio às densas florestas tropicais do norte da Guatemala. Após uma extensa reflexão, os cientistas envolvidos no estudo puderam reconhecer edificações urbanas, estruturas rurais e redes de transporte.


 Os dados permitem inferir que mais de 11 milhões de habitantesviveram na região entre os anos de 650 e 800, o chamado Período Clássico Tardio. Uma densidade populacional de 100 habitantes por quilômetro quadrado - para efeitos de comparação, a densidade demográfica do Estado de São Paulo, por exemplo, é de 166 pessoas por quilômetro quadrado.

Fonte: El País 

O 3 EPISÓDIO DO HISTÓRIA NO CAST JÁ ESTÁ NO AR:

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Távola Redonda do episódio:

  Leandro Marin - graduando de licenciatura em História pela UFRRJ, dono e criador da História No Paint

 Bruno Britto - graduando de licenciatura em História pela UFRRJ

 Igor Ribeiro - graduando de licenciatura em História pela UFRRJ

Convidado especial: 


 Álvaro Pereira do Nascimento - Professor Associado III do curso de Graduação em História da UFRRJ (campus Nova Iguaçu) e do Programa de Pós-Graduação em História da mesma universidade. Membro dos GTs Mundos do Trabalho e Emancipações e Pós Emancipação. Sua principal fonte de financiamento à pesquisa, após a de Produtividade, é o Memórias Brasileiras (CAPES) . Concluiu mestrado e doutorado em História pela Unicamp (1995-2002), bacharelado e licenciatura em História pela UFF (1994). Em 1999, ganhou o Prêmio Arquivo Nacional com a dissertação de mestrado "A ressaca da marujada: recrutamento e disciplina na Armada Imperial , publicada em 2001. Em 2003, sua tese de doutorado foi vencedora do Concurso de Teses de Doutorado sobre Relações Raciais e Cultura Negra no Brasil, do Centro de Estudos Afro-Brasileiros e Fundação Ford. Em 2008, sua tese foi publicada com o título Cidadania, cor e disciplina na Revolta dos Marinheiros de 1910, pela editora Mauad. Publicou livros, capítulos de livros, artigos em revistas especializadas, artigos em magazines, artigos em jornais, verbetes e prefácios. Participou de eventos no Brasil e exterior. Atua na área de História, com ênfase em História do Brasil. Seus temas e objetos de pesquisa preferidos são escravidão, pós-abolição, História da Baixada Fluminense, História da África, Cidadania, História Militar e Ensino de História. Foi professor dos departamentos de graduação e pós de História da UFRJ. Entre 2005 e 2006, esteve nove meses na Northwestern University, Evanston, Estados Unidos, como visiting scholar, com financiamento da Rockfeller Humanities Grants, discutindo relações racias nas Américas e a formação do Jongo na comunidade da Serrinha. Foi pesquisador dos seguintes programas: Pronex-Ceo, financiado pelo CNPq/Faperj; Primeiros Projetos, financiado pelo CNPq/Faperj; Cruzando Fronteiras, financiado pelo PROCAD/CAPES, e coordenador responsável pela digitalização do jornal Correio da Lavoura, financiado pela Secretaria Estadual de Cultura - RJ.
 
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